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1.1.1-As etapas de desenvolvimento da crise - Vladimir Liubarov
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1.1.1-As etapas de desenvolvimento da crise

1.1.       As etapas de desenvolvimento da crise

 

Começamos sem os rapapés desnecessários e perdas das forças para as coisas secundárias

 

As principais premissas das alterações futuras:

  1. Não há ninguém insubstituível. Não há as pessoas, as tecnologias e os objectos insubstituíveis. Não há seguras receitas do orçamento. Tudo poderá ser sujeito a dúvida de compreensão, e tudo, sem qualquer dúvida, será sujeito a dúvida de racionalidade. As desculpas não protegem, os antigos méritos não dão as chances nas futuras preferências. O passado é anulado. O seu direito de existência terá de comprovar cada dia, alcançando o resultado prático. A frequência do procedimento de controlo dos resultados é alterada de «uma vez por mês» para «cada dia»;
  2. Tudo é possível. Inopinado também é possível. A necessidade sempre é contraditória as normas existentes e a habitual ordem das coisas. Mas, a necessidade sempre encontrará e realizará a sua oportunidade. Sem qualquer dúvida. A racionalidade quase sempre está fora da moral, e a racionalidade, também, obrigatoriamente encontrará a sua oportunidade para se realizar. A racionalidade é insistente, consecutiva e obstinada até a inevitabilidade;
  3. Cada um é por si. Cada sobrevive (ou perece) sozinho. Os acordos antigos já não existam. Colaborar é mais benéfico de que estar só. Trazer as vantagens é benéfico, receber as vantagens é útil. Não há mais nem amigos, nem inimigos, há interesses, baseados em potencialidade, e as alianças de momento. O proveito é superior das tradições e dos acordos existentes. A prudência, baseada em bom senso das simples decisões, e a desconfiança de todos actuais, e especialmente de todos anteriores, servira-a um bom serviço. A trivialidade é mais segura que o requinte, tal como a simplicidade é mais vantajosa que a complexidade. Mas não deve baralhar a simplicidade verdadeira até genialidade com enobrecida tolice sob a forma de embaraçado, de «eventual» distracção, de ligeira forma de desconcentração, de simplificação, de fácil acesso, de impertinência, de bajulação, de frustração e infantilidade. «Bom sujeito» ou «ai, não dei atenção» - por imediatamente na rua. Cortar logo após o primeiro sintoma. A gangrena não tem cura, apenas a cirurgia. A verdadeira simplicidade está da candura à distância de um abismo. A simplicidade é de uma acepção, segura e eficiente. A candura é cedente, mas a simplicidade é resistente, sem qualquer dúvida. O primitivismo e a simplicidade não são os familiares e nem do mesmo nome. Deve evitar a mediocridade adornada, a vulgaridade e primitivismo. Não se esqueça que a mentira é mais atraente que a verdade, sendo que a verdade não tem cor, é transparente e é pouco visível. Se imponham a si as emoções, os sentidos, as obrigações e o sentido de culpa, quer dizer que, querem obter, e terão, algo, se dá a liberdade às suas emoções;
  4. As sucessões (tecnologias, tendências e outro) existem, mas nem sempre são evidentes. O nosso mundo já é gerido por tecnologia do futuro, as tecnologias do nível mais alto de que foram utilizadas nos últimos 120-130 anos, mas estas tecnologias de futuro ainda não são compreendidas e formalizadas. A complexidade não é idêntica a impossibilidade. Invulgar não significa que não pode ou não poderá ser. A complexidade é ultrapassada com o tempo;
  5. Tudo seja tal, como seja, até se tudo seja ao contrário de como queria ou não. Não seja de maneira como não queria. Não seja de maneira como queria. Seja como seja. Algo coincidir, algumas coisas não. O futuro não deve nada a si. A realidade nada obrigada. Ter medo ou esperança é mal, recear ou esperar é mal, ser prudente e de bom senso é bom, movimentar-se, ordenando que tem, é muito bom. Não deixar alguma chance para aparecer uma possibilidade e realizar sem falta todas as possibilidades é um direito de viver de tal forma como merece. Poderá recusar o chance e não realizar as possibilidades, mas, a partir daquele momento, pára de chorar e lamentar, deixa de ficar atrapalhado e passar a vida na depressão. «O caminho é superado por caminhante»;
  6. As suas esperanças e expectativas referem-se e destroem apenas a si, as restrições existem, mas são efémeras Tem o direito de viver esperando, mas os resultados e as expectativas vivem em diversas realidades. As suas ilusões destroem apenas a si. Nada ajudará a quem acredita em efémero, desprezando os factos da realidade, revelados em procedimentos, acções, resultados, efeitos, medidos com o dinheiro e sucesso. O dinheiro destrói o cansado e apoia o aspirado;
  7. A justiça não existe, há racionalidade natural, nem sempre evidente. A racionalidade natural, obstinado e muitas vezes não justo, decorre da ordem natural das coisas com as precedentes sintomas obrigatórias dos acontecimentos e futuros eventos. Os sintomas sempre antecedem os acontecimentos. Sempre. Se os sintomas ou a ordem «incrível» de natureza não são do seu actual nível de compreensão e entendimento do mundo – é as suas restrições personalizadas e os seus problemas pessoais, sem ter qualquer ligação com a realidade;
  8. O presente não tem o sentido ou a causa, o sentido é compreendido com a perda do presente, ou seja, só no futuro, a causa é compreendida apenas com a perda do presente, ou seja, apenas no retrospectivo, ou seja, no passado. As causas são volta para passado, sendo os sentidos são os movimentos para o futuro. O presente não é o tempo para espera, ainda que o presente não tem nem o sentido, nem a causa. Pode esperar, mas não faz sentido;

Uma pequena digressão lírica:

Pesquisa das causas e do sentido secará a sua vida até o fim. Pois, conseguirá descobrir as causas convenientes e encontrará e seleccionará os sentidos atraentes, mas o tempo para realização dos planos será perdido irrecuperavelmente. O resultado será sem o sentido. Mas o resultado poderá ter o objectivo. O objectivo e o sentido são as coisas distintas, tal como função composta e multivalorada. Exponencia o objectivo e receberá o sentido, que indica o futuro objectivo, o objectivo do nível superior. O dinheiro não tem nem causas, nem sentidos. O dinheiro tem uma concentrada sabedoria, adormente dentro deles, da realidade transformada na actualidade. A maçã é um resultado, a causa é desconhecida, a fonte é macieira, o sentido, provavelmente é ser comido. Por quem? Por alguém, quem terá este objectivo. Mesma coisa e com o dinheiro, e com o resultado, e com o sucesso. Realizado não tem nem a causa, nem o sentido. O que quer? Faz. Não precisa? Não gasta o seu tempo. A coisa real não tem a causa e o sentido. Mas um ser humano sempre quer justificar aquilo, que vê na sua frente, ou com uma causa (lembrando o seu passado), ou com algum sentido (olhando para o futuro), ou, em caso contrário, a sua mente ociosa fará um escândalo, que não parece um pouco.

É um facto que o sentido e a causa avaliam de dor, mas a dor de compreendimento as vezes levará à libertação, e as vezes à transformação. Mas e a dor e o prazer são as partes de pleno valor da vida de quaisquer nós, sem alguma exclusão. É impossível livrar-se de dor, sem ter de livrar-se de prazer. É correcto também que é impossível livrar-se de prazer, sem ter de livrar-se de dor. Um ser humano precisa de uma justificação (a causa ou o sentido), ou, em caso contrário, no absurdo e sem razão, a sua mente perecerá da desnecessidade, enquanto ocupar o mente com o objectivo, mais concreto, com a pesquisa de caminho para alcançar este objectivo, e descobrir os instrumentos para isso, um ser humano ainda não é capaz, porque falta a .Jcabeça Sendo assim, e anda alguém em pesquisa de causas, e alguém procurando o sentido. E mesmo por isso são felizes aqueles, quem está ocupado alcançando o objectivo, ou seja, procura os caminhos e os instrumentos para alcançar o objectivo. A mente, ocupado com o objectivo e com a pesquisa, não atrapalha a sua vida. Sendo que uma mente ocupada com a pesquisa de sentido, um dia o encontrará, então naquele momento, precisará de um objectivo novo. Mesma situação e com a causa. Quando é encontrada uma causa, a mente logo iniciará a procura da nova causa. Igualmente e com o objectivo e com o resultado. Logo quando a mente alcançou o resultado ou objectivo, deverá ocupa-lo com um novo objectivo. A pesquisa das causas é um caminho para a miséria. A pesquisa do sentido é um caminho de autodestruição por meio da depressão. A pesquisa dos caminhos de realização dos objectivos é um caminho para prosperidade. Nos oferecemos a melhor de possível: um resultado que encaminha para a prosperidade, sendo que a prosperidade, como e a perfeição, não tem limite. Qualquer modo a mente sempre será ocupado. Se será ocupado com a pesquisa do sentido – nunca encontrará a paz na sua vida. Se a mente seja ocupado com a causa – nunca encontrará aquele último, quem é culpado em tudo, sendo todas vezes, o último nesta fila será o Deus. Mas se a sua mente seja ocupada com o objectivo não ligado com a pesquisa das causas ou dos sentidos, neste caso, o resultado poderá dar alergia e ao seu espírito e ao seu corpo. O sucesso, traduzido em dinheiro passa muito bem a si. É um facto. Quer um templo – constrói-o Quer um canal de televisão melhor – cria-o e transmita aquilo que quiser. Quer construir melhores coisas na arquitectura – realiza-as. Se quer poderá ir ao política e conduzir as habitantes para uma vida melhor e próspera. A partir de alcançar o objectivo, o sucesso das suas iniciativas económicas e pessoais, poderá fazer tudo o que deseja. Mas vamos voltar às nossas principais premissas.

 

 

  1. Um hábito ajuda a sobreviver, mas fecha o caminho para o resultado, algo incompreensível pressuposto é um obstáculo ao resultado. Pressuposto oculta o caminho para o sucesso. Habitual mata a pesquisa de solução. Desacostumado é incómodo – é um facto, mas aquele, quem quer viver, não tem medo de desacostumado. Todas crianças sabem disso. Pergunta as crianças, todas dias fazem coisas desacostumadas. Desacostumado é idêntico ao interesse. O interesse, a curiosidade, uma mente perspicaz e desejo de saber são manifestações secundárias do principal instinto da vida – a vontade de viver. O cansaço de viver é apenas quer dizer sobre a perda do interesse, ou seja, o excesso daquilo que faz, mas acredita, que os anos futuros não deixam em paz. Cada dia será interessante. A incerteza e o desconhecimento são uma base para o interesse, despertado com o jogo da vida;
  2. A evidência não é evidente. A evidência é ligada apenas consigo. A evidência poderá ser evidente apenas para si, para os outros ou não é evidente, ou não se refere. A evidência ocorrida de repente é um indicador da existência do objectivo e do processo intensivo da pesquisa. Mas, a evidência decorrente dos hábitos e imposta por tradições ainda deverá provar a sua utilidade, a sua razão de ser e a eficiência, uma eficiência estável e segura. Se a evidência refere-se ao um comentário de acontecimentos ou a evidência refere-se à avaliação de acções de alguém – deita-a para fora, uma evidência destes destrói-o Se a evidência vive com a pesquisa dos caminhos para realização dos planos – utiliza-a, que aparece de repente. Esta evidência irá salvar.  

 

Os comentários necessários para premissas:

a)     Ser útil é muito proveitoso. As ambições são um volume de recebidos proveitos e lucros. Se há lucro – as ambições existem, se não há lucro – não há ambições. A ambição é a melhor escolha do possível. Sem ambições não há orgulho. O orgulho em referência com a ambição é secundário. Primeiro as ambições e o seguir o orgulho. As ambições são o potencial, sendo o orgulho é um vector de direcção de bom para melhor. As ambições são um direito de exigir. O crescimento começa das ambições. Pretender e ter intenção de ter (aquela intenção de ter que sempre é realizada em actividade económica lucrosa) são o fundamento de sucesso. Frequentemente as pessoas declaram as suas ambições e depois poupam em si – este facto revela a falsidade a si próprio. Evita as pessoas que poupam em si próprio. O insucesso, tal como o sucesso, é um vírus psicológico, e é contagioso O desamor a si é contagioso, evita estas pessoas, colabora se é necessário, usa-os, mas evita.

b)     Uma pessoa inteligente não pode ser pobre. Um génio pode ser pobre, mas a genialidade não tem nada a ver com a inteligência. A genialidade é apenas um caminho directo com o mínimo de perdas das forças, do tempo e da energia. O talentoso poderá ser pobre, mas o talento não tem nada a ver com a inteligência. O talento é apenas um hábito de trabalhar, trabalhar até realizar o intento. É genial apenas aquele, quem dá o resultado dentro do prazo mais curto. É talentoso apenas aquele, quem realiza o intento. O genial pode não ter o talento, sendo que, o talentoso poderá não ser o genial. Mas e genialidade e o talento não têm nada a ver com inteligência, ou seja, com a riqueza. O sucesso financeiro revela a existência da inteligência. O sucesso financeiro de longo prazo revela a inteligência das tradições escolhidas e aplicadas. Poderá ser inteligente (quer dizer rico) e não ter o talento. Poderá ser inteligente (quer dizer rico) e não ser genial. Não há milagres, há trabalho. Não há milagres, mas há transfiguração. A transfiguração não depende da pessoa, a pessoa no máximo poderá usar o entendimento. O entendimento é algo que parece muito com a transfiguração, mas não pode substitui-la, mas muitas vezes antecede-a. A transfiguração poderá ser inconsciente. A transfiguração poderá passar e sem a sua participação. A riqueza nem sempre ligada ao trabalho. A riqueza pode ser acompanhante e do talento e da genialidade, mas se ter a inteligência suficiente.

c)     O profissionalismo é medido com a fila dos clientes, ou seja, com procura. A qualidade é medida com a precisão. A eficácia é medida com a produtividade. A inteligência é medida com o dinheiro. A genialidade é medida com os gastos e o tempo. O talento é medido com a disciplina, a graduação e a sucessão. O sucesso na sociedade é medido com o dinheiro. O sucesso na população é medido com a liderança. A vitalidade é medida com o metabolismo. A vida é medida com o tempo. O resultado é medido com o tempo.

d)     Este livro é apenas sobre o dinheiro, nada mais. Este livro é sobre um sucesso na sociedade. O resto é conjuntivo A crise é apenas um pretexto e uma oportunidade para ser bem-sucedido. Este livro apenas para aqueles, quem precisa do dinheiro. Este livro apenas para inteligentes Este livro refere-se ao talento em segundo. Este livro refere-se à genialidade em segundo. Este livro refere-se ao dinheiro, e tudo resto, mencionado no livro, é revelado através do seu sucesso no mundo, na sociedade.

e)     Durante as alturas difíceis é necessário viver segundo as regras e com disciplina, e não criativo e artístico. Quando uma pessoa está doente, deverá cumprir com disciplina o regime e as prescrições do médico. Quando uma criança está doente, ninguém fala no ensino. Quando tem a febre, deixa pensar sobre a prática desportiva. Durante a crise deverá viver com as regras rigorosamente cumprindo às tecnologias prescritas. A crise será demorada e de cascata, durante os períodos de agravação (três-seis meses) deverá com muita atenção cumprir as regras de segurança, durante os períodos de folga ou até melhoramento (3-9 meses), ser prudente e não relaxar muito, para não deixar passar a nova onda da crise.

f)      Todas as pessoas na terra são uma multidão, mas cada pessoa em particularidade é um Deus. Uma multidão é um sistema, ou melhor população, ou um rebanho (um rebanho também é um sistema J). Todas as multidões e quantidades são subordinadas às ordens, tecnologias e sucessões, mas cada pessoa em particularidade é subordinada por contexto, espontaneidade e ocasião. Sendo assim, quando tem a sua frente uma pessoa, é conveniente e é necessário o controlo do contexto, mas, se tem a sua frente mais que uma pessoa, então, as tecnologias e as ordens são importantes que o contexto. Dentro da população (do sistema) as sucessões prevaleçam sobre o contexto, ou seja, o geral prevaleça sobre particular. Mas, em cada caso concreto, com cada pessoa concreta, a espontaneidade dos motivos, o ocasião e a possibilidade dos eventuais efeitos e a condicionalidade da experiência, dos hábitos, das circunstâncias e do contexto, deverá ter em conta mais escrupulosamente que as sucessões gerais, ou seja, particular domina o geral.

Tenta cada vez, tomando uma decisão, controlar: a minha frente está a geral ou a particularidade? Se tem a sua frente um caso particular, entretanto a particularidade domina o geral, e deverá dar mais atenção às circunstâncias. Se tem a sua frente o conjunto, entretanto o geral prevaleça a particularidade e deverá agir segundo as regras, apesar de circunstâncias e contexto. Se há uma regra, significa que há e uma excepção, isso é correcto. Não há as regras sem excepçõestambém é correcto. Mas. Mas as regras não tenham as excepções. As regras tenham as suas fronteiras de aplicação tendo perdido as suas forças e obrigatoriedade fora destas fronteiras. Dentro das fronteiras das regras não há exclusões. Dentro da água todos estão molhados, e gordos, e magros, e gordurosos, e sem gordura. Dentro da água o efeito de humedecimento é para todos. Todas as exclusões vivem apenas fora das fronteiras das regras, sem ter qualquer explicação ou interpretação com os termos das regras aplicadas. É impossível aprender andar dentro da água e nadar estando na terra. As exclusões existem, estando fora das fronteiras das regras. Dentro das fronteiras das regras as exclusões trazem as perdas e a perdição. Dentro das fronteiras das regras é proibido fazer as exclusões, senão a morte daquele, a favor de quem foi feita esta exclusão.

g)     Deverá ter o interesse à opinião de uma pessoa concreta no âmbito da autodeterminação dele e não deverá interessar a opinião sobre às suas intenções. Considerar a opinião não quer dizer dar atenção. É correcto, também e oposto, dar atenção a uma opinião não quer dizer ter tomado em consideração. Você tem a liberdade de agir de tal forma, como acha necessário (quer dizer, correctamente, ou seja, de forma que responde a sua noção de justiça, realizada em regras aplicadas por si). Você está livre de agir de tal maneira, que acha correcta. Mas, está livre apenas dentro das fronteiras dos seus desejos. Fora das fronteiras dos seus desejos, uma pessoa não está livre, sendo que só e precisamente as fronteiras dos desejos oferecem a alegria de sua realização. Assim, mesmo a falta dos desejos são um desejo. Sendo que, ter falta de desejos, também é um desejo. É por isso, a liberdade é restrita de início. Não há a liberdade sem restrições, mas onde há esta ideia, isso é um testemunho de compreendimento da liberdade dentro das fronteiras de fantasias sobre esta liberdade. A liberdade não ocorre nas fantasias sobre si própria. Quer a liberdade – aplica as restrições. A liberdade ocorre dentro das fronteiras de realização do objectivo e apenas até o momento de realização completa. Quer a liberdade para alguém – obriga e aplica a força. Quer o bem para alguém – obriga e aplica a força, sem o direito de condescendência e indulgência. Faça o sucesso forçado e com isso oferecerá a liberdade das circunstâncias, mas tendo em conta o existente contexto. Faça o sucesso forçado, não deixa a possibilidade de não cumprir as regras, ou seja, obrigatoriamente, sem qualquer exclusão, cria as condições e possibilidades de execução das regras e leis. Trata os seus subordinados e clientes de tal maneira, como o Deus trata a si – obriga-os a viver de bem a melhor, sem ter em consideração a opinião deles. 

 

O principal objectivo: é sobreviver e ter o maior sucesso, salvando-se e guardando tudo que é valioso para si.

 

A sabedoria é seguinte: Desde início deverá ter o respeito, avaliar depois de ter o resultado obtido em colaboração, tratar espelhado, e agir conforme o seu objectivo.

 

Um comentário para dito:

Desde início ter o respeito: a benevolência é a priori.

Não interessa a dor que senti antigamente, não interessa a sua disposição de hoje, a benevolência é inicial, por padrão. Uma benevolência com atenção, tranquila, paciente e observante. Não adular, não consentir, não subordinação voluntária, nem sacrifício de si próprio, nem ignoração de si próprio, nem sacrificar os seus interesses, tudo isso não tem nada ver com a benevolência.  A benevolência é uma abertura para oferecer e receber ajuda, mas oferecer e receber a ajuda apenas com o pedido, que já é pré-pago. Quer receber ajuda: primeiro pré-pagamento, depois o pedido e depois ajuda. Quer oferecer ajuda: primeiro pré-pagamento, depois o pedido e depois ajuda. A benevolência é uma abertura e prontidão para uma colaboração vantajosa para si.

 

 

Avaliar com o resultado obtido em colaboração: As palavras não valem nada – as acções são tudo. Desliga a som e veja o que uma pessoa faz em relação a si próprio. Por facto. Economiza o tempo? Excelente! Os lucros aumentam? Bom! Os gastos deminuem? Também é bom! Diminuiu-se o rol dos problemas? Nada mal. Traz o prazer? Também vale, se não serve para nada mais. Para os outros ou outras poderá não prestar atenção. Tira a fala de uma pessoa e veja o que ela é em relação a si:

- economiza o seu tempo – 5 pontos. Economiza o seu tempo quer dizer que retira as suas ilusões e ajuda determinar e assegurar as prioridades, ou seja, fá-lo eficiente.

- colaborando com ele aumentam os seus rendimentos – 4 pontos

- poupa o seu dinheiro e diminuí os gastos – 3 pontos

- diminuí o rolo dos problemas e cuidados – 2 pontos

- traz o prazer – 1 ponto

- ele uma parte da paisagem, não vala nada – 0 pontos.

Que mais pontos, então esta pessoa tem mais valor para si.

 

Tratar espelhado: Tratar espelhado significa ter a tenção preciso. Se não gostam de si, também trata com menosprezo. Se admiram de si, também trata com menosprezo. Memoriza, quando não gostam de si, admiram. Se ajudam a si, e você ajuda. Se gostam de si, também faz aquilo que quiser ou desejar. Se gostam de si sem a sua autorização, também poderá ter feito o que quiser. Se aproveitam de si, também tira o benefício.

 

Agir conforme o seu objectivo:

a) Se alguém está contra si, mas sem criar os obstaculos, deseja-o o bem, ofereca a possibilidade de colaborar no futuro e continua ir a sua meta. Entende, que uma pessoa pode errar e tem o direito de defender a sua opinião. Exactamente por esta qualidade uma pessoa tem o valor.

b) Se alguém está ao seu lado (simpatiza, mas está passivo), não ajuda, mas e não cria os obstaculos, deseja-o o bem, ofereca a possibilidade de colaborar no futuro e sem perder o tempo para o contacto sem sentido, continua ir a sua meta sem paragens.

c) Se alguém está contra si e cria os obstáculos, rápido, com firmeza e com rigidez (mas sem crueldade), quebra a resistência e continua ir a sua meta. Destruir uma pessoa por completo nunca se deve, em nenhum caso e em quaisquer circunstâncias. Memoriza a lei da natureza: Se não vais comer – não mata. Se não pensas «disparar», não prepare a arma. Não aponta uma arma para uma pessoa se não tens intenção de matar. Se «atiras», mata com o primeiro disparo, para o cliente não perceber o que aconteceu. Na protecção dele apenas apagou-se a luz e nada mais. Se você obriga-o de sofrer, sem apontar a onde deve, isso não faz de si um bom atirador, ou seja, um bom profissional. A sua preocupação sempre é causar dor menos possível, como é o cirurgião, o terapeuta, o atirador, ou no matador, ou na política. Quem gosta de si, não acaba com inimigo e não escraviza. Estropia, parte a espinha de resistência, mas não mata. Não há nada mais valioso que é uma vida. Não foi você quem deu, e nem você quem pode tirar. Mas se decidiu matar – mata de um golpe só, da primeira tentativa, ao contrário seja uma tortura. É melhor contornar a resistência, se não consegue – engana-a (isso é chamado desvio de atenção), se não haver qualquer opção – parte a resistência, mas parte rápido e decididamente, sem as possibilidades de voltar ao início e sem as chances para piedade e amnistia. Não duvida, resistindo a queda das pedras, a um tsunami ou a uma avalancha, o homem sabe o que o espera, e como tudo pode acabar. Quando você dirige-se a sua meta, não é apenas uma avalancha, é uma encarnação da vontade de Deus. Deus colabora apenas com aqueles, quem ouve-o, indo a sua meta prescrita por Deus. «Alguns são conduzidos por caminho, e outros - arrastados».

Entretanto:
    1) Se alguém cria os obstáculos ocasionalmente, contorna-os e continua ir.
    2) Se alguém cria os obstáculos inconscientemente, engana-o, desviando a sua atenção e continua ir a sua meta.
    3) Se alguém cria obstáculos intencionalmente, parte-o, parte obrigatoriamente e sem demora continua ir para a frente.

Memoriza, quando destruem, não levam os prisioneiros. Os especialistas tenham uma regra: a maior preocupação por objecto é quando o objecto nada percebeu, a luz apagou-se e nada mais. Mas, isso um caso particular da especialidade concreta, em geral, não se pode destruir uma pessoa, é melhor remover-se, se não pode remover-se – engana a pessoa, se não pode enganar – destrói.

d) Se alguém está ao seu lado e ajuda, agradeça-o, num valor médio de 10% do lucro recebido até o momento da ajuda recebida, ou seja, o potencial de aumento do lucro no futuro se não considerado. Agradeça e materialmente, e moralmente, desejando o bem, expressando a sua vontade de colaborar no futuro, e sem perder o tempo, continua ir a sua meta.

 

Por cima, na superfície do oceano haverá uma tormenta e tsunami, mas dentro, na profundidade, haverá apenas alguma agitação, mas não considerável e não catastrófico:

a)     Se tem muito dinheiro esta tempestade não o afecta muito,

b)     Se o seu dinheiro foi ganho em tecnologias do mercado mundial, o dinheiro, provavelmente, fica (se tiver a inteligência suficiente), sendo que o essencial da actividade terá as alterações significativas. (este ponto é para pessoas com uma fortuna de um a vinte mil milhões dólares dos preços correntes)

c)     Se não tem muito dinheiro, deverá se preparar escrupulosamente e fundamentalmente.

d)     Se tem pouco dinheiro, a religação afectará muito. Haverá as perdas elevadas e privações.

e)     Se não tem dinheiro algum e vive fora do limite da miséria, única coisa que poderá se afectar é a morte de fome, por outro lado, e nos anos melhores ela o esperava sempre, sendo assim, o seu medo da vida seja afectado menos que outros.

 

 

1.1.1. Dez regras da crise.

 

A seguir vem 14 páginas da descrição detalhada das regras de crise, quais são apenas para os subscritores

 

O presente texto é definitivamente preparado em 10 de Março de 2009

Vladimir Liubarov



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